Gotas Flutuantes

Gotas Flutuantes

Porque o azeite não se mistura com a água?

 

MATERIAL NECESSÁRIO:

  • 1 Copo alto transparente
  • Água
  • 1 Pipeta conta gotas
  • Corante alimentar
  • 1 Copo com Álcool
  • Azeite


COMO FAZER:
1. Enche o copo até metade com água e deita algumas gotas de corante a teu gosto;

2. Derrama, de seguida, o álcool nesse mesmo copo, mas tenta fazê-lo lentamente para que escorra pelas paredes do copo e não se misture totalmente com a água;

3. Enche a pipeta conta gotas com azeite e deixa cair algumas gotas no copo.

4. Achas que a gota de azeite vai ficar a flutuar à superfície ou vai afundar-se? O que é que aconteceu? Consegues explicar o que estás a ver?

 

 

 

O CIENTISTA EXPLICA:
A gota de azeite ficou a flutuar no líquido, mas não à superfície. O azeite não se mistura com a água ou com o álcool. Diz-se que são líquidos imiscíveis. Para além desta propriedade, o azeite é menos denso do que a água e por isso fica a flutuar à sua superfície. Por outro lado é mais denso do que o álcool e por isso vai para o fundo, quando os dois líquidos são misturados.

Neste caso juntámos no mesmo copo água e álcool que são dois líquidos miscíveis, ou seja, que se misturam, mas deitámos lentamente o álcool porque não queríamos que se misturasse completamente com a água.

Assim formámos 3 zonas distintas nesta coluna, com a água no fundo, uma zona intermédia onde a água e o álcool se misturaram ligeiramente e outra zona de álcool à superfície.

Quando deixámos cair a gota de azeite, ela atravessou naturalmente o álcool por ser mais densa, mas parou quando encontrou a zona onde a água e o álcool se misturaram porque encontrou uma zona que igualou a sua própria densidade, tendo ficado a flutuar. Assim permaneceu adquirindo uma forma esférica, que é aquela que lhe permite minimizar a sua superfície.

O princípio de Arquimedes diz que quando um líquido está misturado noutro líquido da mesma densidade, flutua nele, e foi isso que acabaste de fazer!

Conteúdo desenvolvido por:
Ciência Divertida
www.cienciadivertida.pt

adaptado de:

Ciência Maluca