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Einstein no mercado financeiro

 

Há pressupostos errados, mas que, se tratados de uma forma consistente, são muito apropriados para explicar
fenómenos à nossa volta. De tal forma é assim que por vezes os usamos para explicar fenómenos completamente
distintos. É o caso de uma teoria em física e o mercado financeiro, uma história que atravessa mais
de 150 anos de ciência e começa com um botânico escocês em 1827, chamado Robert Brown. Brown estudava
flores silvestres ao miscroscópio. Examinando grãos de pólen em suspensão num meio aquoso, observou partículas
minúsculas destes grãos que descreviam movimentos pequenos e irregulares. Pensando que podia ser
devido ao facto de se tratar de matéria orgânica com alguma desconhecida forma de movimento próprio, Brown
repetiu as suas observações com matéria inorgânica e obteve os mesmo resultados. Tudo indicava que as
leis da mecânica então conhecidas para um objeto macroscópico num fluído não eram válidas para tamanhos
muito pequenos. Como explicar isto? A revista Horizon dá uma ajuda...

 

Einstein Merc Financeiro by Luis Nuno Ribeiro


 

Ainda e em antecipação, um artigo que será publicado, apenas, na próxima edição da Horizon. Sabia que os átomos do seu corpo podem morrer? E quantos átomos morrem efectivamente por dia?

 

"O corpo humano é feito de átomos, e estes por sua vez têm um núcleo muito pequeno no centro – de facto, ele é tão pequeno que se o átomo fosse a Terra inteira, o núcleo seria do tamanho de um campo de futebol – e eletrões à volta dele que ocupam o espaço quase todo. Acontece que alguns átomos têm núcleos suicidas (ou radioativos, como preferires). Estão absolutamente normais e, de um momento para o outro, o núcleo atira uma partícula para os vizinhos e morre, transformando-se noutro."

 

Aqui fica o artigo completo.