O segredo da vitória

25-10-2010 14:33

Um artigo muito interessante publicado na Revistas Super Interessante sobre o que está subjacente ao triunfo. Leitura recomendada. Mas um pequeno detalhe em prólogo: tudo tem a ver com a atitude...

Os segredos para triunfar

Os últimos estudos sobre a fórmula do êxito revelam que existe, para além do talento pessoal, da perseverança, do optimismo ou mesmo
dos genes herdados, um elemento que age na sombra e que se revela determinante: a sorte. Descubra a receita básica para ser um vencedor.

Durante o mês de Julho, o desporto espanhol açambarcava os títulos da imprensa internacional. Todos os comentadores analisavam, com admiração, os factores que tinham contribuí­do para fazer a selecção de Espanha vencer o Mundial de Futebol; Rafael Nadal, o Torneio de Wimbledon; Alberto Contador, a Volta a França. Enquanto tudo parecia ser vitórias e sorrisos para Espanha, a selecção portuguesa regressava, tristonha, da África do Sul, Maradona chorava a derrota como seleccionador da Argentina e a França inteira recriminava o papel ridículo que os seus jogadores tinham feito no Mundial, com os bleus a faltar aos treinos e a insultar o treinador.

Quando nos interrogamos sobre os motivos do êxito ou do fracasso, há quem coloque a ênfase na sorte ou no azar, enquanto outros evocam o talento ou a sua ausência, o esforço ou a abulia, a inteligência, as aptidões sociais, o dom da oportunidade, o faro para os negócios... A verdade é que costumamos atribuir os nossos êxitos ao mérito pessoal, e os dos outros às circunstâncias (sorte, cunhas...). Os nossos fracassos, pelo contrário, devem-se ao azar ou à injustiça; os dos restantes, ao comportamento das pessoas em causa.

Em psicologia, esta forma de ver as coisas é designada por “erro fundamental de atribuição”. Consiste em colocar a ênfase ou sobrevalorizar as características da personalidade e as motivações psicológicas, e em menosprezar ou ignorar os factores exteriores quando se pretende explicar o comportamento de alguém numa situação. Esse desvio está também relacionado com aquilo que Julian Rotter, psicólogo da Universidade do Connecticut, denomina “locus de controlo”, pelo local onde situamos as causas do que nos acontece.

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O ADN das estirpes vencedoras

Os que vivem sob um locus de controlo interno consideram que são responsáveis pelo que os afecta, enquanto os de locus externo culpam os outros ou as circunstâncias. Os indivíduos com facilidade em alcançar os seus objectivos possuem um controlo interno elevado; em contrapartida, os de locus externo não costumam levar por diante os seus desejos, pois acreditam que os actos que cometem não definem o rumo da sua vida, visto que dependem de factores alheios. Contudo, a investigação psicológica sobre o triunfo e o fracasso não se restringe a esta divisão e pretende, também, considerar todas as razões que possam exercer influência, começando pela hereditariedade genética.

Todos recordamos famílias que se destacaram em determinadas esferas da existência: os Bach, os Kennedy, os Visconti, os Rothschild...  Todavia, o facto de diferentes gerações de uma linhagem terem triunfado não esclarece como se herda o êxito. Um estudo de 2006 levado a cabo pelo Instituto do Trabalho da Universidade de Bona (Alemanha) analisou o fenómeno do êxito empresarial. De acordo com o seu coordenador, Armin Falk, os pais mais temerários tendem a ter filhos mais preparados para assumir riscos, pois as pessoas com determinação procuram outras semelhantes para formar um casal. Isso aumenta a probabilidade de os descendentes serem empreendedores e resolutos: a confiança em si próprios e nas oportunidades que surgem acaba por ser o segredo do êxito.

O factor hereditário que explicaria a sucessão de triunfos em determinadas famílias seria, pois, a capacidade de se aventurar, já que “qualquer decisão de carácter económico envolve um risco, seja comprar acções, construir uma casa ou iniciar uma carreira”, afirma Falk. A hipótese possui um reverso: os pais com tendência para fracassar transmitiriam a insegurança aos filhos.

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Dez mil horas de transpiração

A educação é, também, um factor fundamental. No meio familiar, as crianças aprendem muito ao observar o que fazem os pais, incluindo a atitude perante a vida. A hereditariedade não é apenas genética, também se manifesta pela forma como se copiam comportamentos. O êxito pode também ser condicionado pela educação e pela cultura em que vivemos. Há famílias que incentivam a procura de iniciativas, enquanto outras atribuem maior importância ao aspecto económico e material.

E não podemos esquecer o esforço. Herbert Simon, Prémio Nobel da Economia, estimou que é necessário, para ser um perito internacional em qualquer especialidade, dedicar pelo menos 40 horas por semana ao trabalho, 50 semanas por ano, durante uma década. Outros falam em dez mil horas de esforço como fórmula para alcançar a glória, e o senso comum costuma situar-se entre estas duas teorias.

Na opinião de Benjamim Bloom, psicólogo educacional da Universidade de Chicago e autor de um estudo sobre o talento, todos os jovens que se chegavam a destacar na profissão, na arte ou no desporto eram disciplinados e dedicavam várias horas por dia a trabalhar para alcançar os seus objectivos. O seu rendimento era produto do esforço, e não de um talento natural. O golfista Jack Nicklaus explicou na sua autobiografia a importância de ser persistente: “Ninguém chegou alguma vez a ser bom no golfe sem praticar, sem fazer um monte de cálculos e sem atirar muitas bolas. Não é a falta de talento, mas de persistência para repetir as tacadas, que frusta a maior parte dos jogadores. A única resposta é treinar.”

Qual será, então, o melhor motor para ser persistente no esforço? Obviamente, a motivação é indispensável. Segundo Henry Murray, psicólogo da Universidade de Harvard (Estados Unidos), as pessoas motivadas para terem sucesso desejam verdadeiramente, desde a infância, dominar competências, controlar as situações e ocupar quanto antes posições elevadas.

Daniel Goleman, igualmente professor de psicologia em Harvard, fez um acompanhamento de 1528 crianças com um elevado quociente de inteligência desde a infância até ao seu desempenho profissional, já como adultos. Quarenta anos depois de seleccionar o grupo, comprovou que os mais respeitados nos seus ramos eram os mais persistentes no desempenho profissional, activos (preferiam, por exemplo, fazer desporto em vez de ser meros espectadores) e os mais ambiciosos (não se contentavam com pequenos sucessos). Os mais motivados chegavam mais longe.

Outros especialistas incluem o optimismo como elemento relevante na concretização do êxito. Segundo eles, os optimistas possuem, em geral, mais ideias, levam-nas por diante com maior frequência e exercem maior controlo sobre o seu destino. Charles Snyder, psicólogo da Universidade do Kansas, desenvolveu um estudo entre universitários norte-americanos e comprovou que o rendimento académico dependia mais da atitude do que do quociente de inteligência, pois os estudantes com uma atitude positiva perante a vida obtinham melhores resultados do que os que se destacavam no SAT, um teste de aptidão intelectual. De acordo com este especialista, “os jovens com expectativas elevadas propõem a si próprios metas ambiciosas e sabem o que devem fazer para alcançá-las”. Ser optimista ajuda a não cair no facilitismo e a não desanimar perante as adversidades, abre portas e proporciona ânimo para ultrapassar os fracassos. Em contrapartida, os pessimistas acham que, se algo correr mal, não podem fazer nada para resolver o problema e encaram as adversidades como fazendo parte do destino.

Alguns vão abaixo logo no início

Goleman afirma que “é a combinação de talento e esforço que conduz ao êxito”, aquilo que designa por “inteligência emocional”: “A capacidade de nos motivarmos a nós próprios, de perseverar no objectivo apesar das frustrações, de controlar os impulsos, de adiar as gratificações, de regular os estados de espírito, de evitar que a angústia interfira com as faculdades racionais e de empatizar e confiar nos outros.” O psicólogo de Harvard considera a educação um aspecto primordial na formação da inteligência emocional e assegura que, se os pais prepararem os filhos neste aspecto, estes aprendem a desenvolver competências emocionais fundamentais.

Seja como for, a motivação, só por si, não chega. Todos conhecemos casos de pessoas ambiciosas que começaram com ímpeto e se desmoronaram mal sofreram um contratempo. Estar motivado explica o impulso inicial, mas o que leva uma pessoa a persistir no esforço? Albert Bandura, psicólogo canadiano da Universidade de Stanford, diz que é a “auto-eficácia”, uma ferramenta que serve para aprender com os erros e ter força para corrigi-los. Está relacionada com a auto-estima e com a resistência à frustração: são mais auto-eficazes aqueles que acreditam que vão triunfar, entendem os erros que cometeram como uma oportunidade para aprender e aceitam os sentimentos associados aos pequenos fracassos.

A ausência de auto-eficácia leva o indivíduo a pensar que a própria existência é regulada por factores externos e a sentir-se responsável pelas coisas negativas, nunca pelas positivas. Vários fracassos encadeados podem gerar desconfiança e insegurança total até produzir a convicção absoluta de que triunfar é impossível, pelo que se acaba por evitar todas as situações que impliquem um desafio.

Os segredos dos que se destacam

Nos estudos de Bandura, há abundantes exemplos de confiança no êxito ou de capacidade para recompor-se de eventuais desilusões. O especialista recorda que as biografias de muitos vencedores estão pejadas de revezes: Henry Ford, Walt Disney ou Bill Gates sofreram sérios contratempos, mas aproveitaram-nos mais para se informar do que para se deixar desmoralizar, pois tinham confiança na sua capacidade para ultrapassá-los. Embora não seja possível transformar os fracassos em êxitos de modo objectivo, é possível viver como se o tivessem sido. Os que assim agem também sofrem, mas têm consciência dos erros que cometeram e retiram lições que irão ajudá-los a evitar possíveis erros no futuro.

Factores genéticos, esforço e auto-eficácia  parecem estar presentes no êxito dos bem-sucedidos, mas nem sempre estão ausentes da vida dos que conhecem o fracasso. Há pessoas que satisfazem muitos desses requisitos e, no entanto, não conseguem alcançar os objectivos propostos. Dir-se-ia que lhes falta algo que escapa aos olhos dos estudiosos.

Vejamos o exemplo da paleontologia, uma das disciplinas mais vocacionais que existem: até os adeptos amadores dedicam horas e horas ao seu estudo. Contudo, a razão pela qual a paleontóloga norte-americana Sue Hendrickson descobriu, em 1990, Sue (o mais completo esqueleto de um Tyrannosaurus rex encontrado até à data) num local remoto do Dakota do Sul foi, simplesmente, por ter uma cadela muito inquieta à qual tinha de dar grandes passeios. Num deles, fez a descoberta que iria mudar a sua vida.

Sem persistência, conhecimentos e talento, Sue Hendrickson não teria sabido avaliar a importância dos ossos; porém, sem esse golpe de sorte, nunca os teria encontrado. Torna-se necessário, para conseguir o êxito, ter oportunidade de pôr em prática as nossas qualidades. Por vezes, essa oportunidade surge por acaso, como aconteceu com a paleontóloga; outras vezes, é proporcionada pela posição familiar ou social (os filhos de pessoas bem-sucedidas têm mais facilidade e ocasiões para demonstrar a sua aptidão).

No livro Fora de Série – Por que Motivo Algumas Pessoas Têm Êxito e Outras Não, o sociólogo canadiano Malcolm Gladwell sublinha a importância do factor e sugere que a probabilidade de alcançar objectivos depende de uma acumulação estável de vantagens: o lugar e a época em que nascemos, o tipo de cultura e as circunstâncias infantis em que somos educados ou a profisssão dos pais. Na sua opinião, “prestámos demasiada atenção ao individual, a descrever as características, os hábitos, a personalidade das pessoas que lideram no mundo”: “É esse o problema: se queremos compreender o indivíduo que se destaca, é necessário observar um pouco o que existe à sua volta, a cultura que possui, a sua comunidade, a família, a geração a que pertence. Estivemos a contemplar as árvores mais altas, mas acho que devemos olhar para a floresta.” Talvez por isso, quando admiramos as conquistas de um fora de série (outlier, em inglês), sentimos que há algo que nos escapa.

Gladwell explica: “Outlier é um termo científico para designar objectos e fenómenos que estão para além da experiência comum. No Verão, esperamos que a maior parte dos dias seja quente. Imaginemos que a temperatura desce abaixo de zero, em pleno mês de Agosto. Esse dia seria um outlier, algo que escapa a todas as previsões. Interessam-me as pessoas assim: homens e mulheres extrordinários que, por uma razão ou outra, se tornam tão enigmáticos como um dia gélido em pleno Agosto.”

Na opinião do psicólogo canadiano, o êxito não se explica apenas como sendo uma consequência directa das nossas decisões ou esforços. No livro, desmonta, por exemplo, a engrenagem que transformou os Beatles no melhor grupo de música popular da história, e assegura que o segredo (embora seja inegável que tinham talento) reside nas oportunidades que surgiram (ser jovem no Reino Unido durante os anos 60, uma época de mudança, optimismo e recuperação económica após os difíceis anos de austeridade no pós-guerra) e em saber aproveitá-las.

Alguns meses a mais

Nascer numa época, num país e numa cultura pode determinar, em grande parte, o êxito pessoal ou profissional. “Um número surpreendente dos advogados mais famosos de Nova Iorque”, afirma  Gladwell, “partilha essencialmente a mesma biografia: são homens judeus que nasceram no Bronx ou em Brooklyn em meados da década de 1930, filhos de imigrantes que trabalharam na indústria têxtil. Poderá dizer-se que se trata de uma coincidência ou interrogar-se, como eu fiz, o que haverá de especial em ser judeu, pertencer à geração que nasceu durante a Depressão e ser filho de trabalhadores do sector têxtil, que possa levar uma pessoa a transformar-se num advogado com uma carreira cheia de êxitos.”

Gladwell assegura que podemos descobrir em todas as histórias de pessoas bem-sucedidas que beneficiaram de alguma vantagem acidental que outros não tiveram, e dá um exemplo: “No Canadá, a data-limite para inscrever jogadores de hóquei no gelo numa equipa é o dia 1 de Janeiro. Assim, um rapaz que faça dez anos a 2 de Janeiro pode jogar com outro que só irá atingir essa idade no dia 31 de Dezembro. Ora, na pré-adolescência, 12 meses a mais ou a menos podem fazer uma diferença enorme em termos de desenvolvimento físico. Os treinadores começam a seleccionar miúdos com nove ou dez anos, e é mais provável que optem pelos maiores e mais bem coordenados, e que beneficiaram de alguns meses suplementares, essenciais para a sua evolução.”

O que acontece quando um jogador é escolhido para integrar a equipa? “Recebe o melhor treino; os seus companheiros de equipa são também os melhores e joga 70 desafios por temporada em vez de 20, pelo que pratica o dobro ou o triplo. No início, a vantagem não é tanta que se torne intrinsecamente bom, é apenas um pouco melhor. Contudo, quando chega aos 13 ou 14 anos, com o benefício de uma preparação mais exigente e toda a experiência adquirida, já será realmente muito melhor, o que lhe proporcionará maiores possibilidades de se profissionalizar e destacar”, conclui Gladwell. Assim, uma questão tão simples como a faixa etária proporciona uma oportunidade de ouro a uma série de miúdos em detrimento de outros.

L.M.

Para saber mais

http://www.youtube.com/watch?v=jh9ax4QvzoQ Conferência do sociólogo Malcolm Gladwell sobre o êxito e como alcançá-lo.

 

Educar para ganhar

Carol Dweck, psicóloga social em Stanford (Califórnia) e autora do livro A Atitude do Êxito, considera que o triunfo ou o fracasso não dependem da capacidade inata, mas da disposição mental perante o próprio talento. Segundo ela, há dois tipos de pessoas: as que possuem mentalidade pré-estabelecida e as que têm mentalidade de crescimento. As primeiras pensam que as suas qualidades básicas, como a inteligência, são traços fixos que não se podem mudar: as pessoas possuem uma determinada quantidade e pronto. Por isso, tendem a evitar os desafios, ignoram as críticas e sentem-se ameaçadas pelo êxito dos outros. Em suma, deixam de progredir e os resultados que obtêm estão muito abaixo do seu potencial.

Na mentalidade de crescimento, pelo contrário,  a inteligência é vista como algo que se pode desenvolver e cultivar através do esforço, pelo que os indiví­duos que a possuem procuram experiências e desafios que os ajudem a alcançar níveis mais elevados. Segundo Dweck, é possível educar os filhos de forma a adoptarem essa mentalidade. Aconselha a nunca lhes dizer “és esperto”, pois isso seria rotulá-los. Em vez de elogiar o seu talento ou inteligência, devem focar-se os processos que desenvolvem. Por exemplo: “Não era uma tarefa fácil; gostei da forma como te concentraste e conseguiste acabá-la.” L.O.

 

Sabe agarrar a ocasião?

Pense num objectivo vital e responda às 25 perguntas com um número de 1 (a frase não se aplica em absoluto) a 4 (é a sua estratégia para triunfar nesse campo).

1. Quando tive de tomar uma decisão difícil para alcançar um objectivo, fi-lo sem hesitar e preferi não adiá-la.
2. Se conseguisse triunfar e concretizar as minhas intenções, seria uma das maiores alegrias da minha vida.
3. Dediquei uma grande parte do meu tempo a conseguir esse feito.
4. Confío nas minhas capacidades e acredito que são suficientes para chegar à meta.
5. Os passos atrás que dei na perseguição do objectivo serviram para aprender com os meus erros.
6. Domino com facilidade as tentações que me possam afastar do meu verdadeiro objectivo.
7. Os que me rodeiam sabem que tenho fé no sucesso.
8. Administro bem o meu tempo, tendo sempre em mente qual é o meu objectivo.
9. Não hesito em aprender com as pessoas que se saíram bem no mesmo propósito.
10. Quando persigo uma determinada finalidade, as minhas palavras e actos estão relacionados com o tema.
11. Estou certo de que as pessoas que me rodeiam vão ser um factor positivo para conseguir o meu objectivo.
12. Quando algo relacionado com a meta que estabeleci me entusiasma verdadeiramente, quase nunca o abandono.
13. Sinto, de modo geral, que tive muita sorte com o meu objectivo principal.
14. Costumo manter-me tranquilo depois de concluir uma tarefa relacionada com o assunto.
15. Não gosto de avaliar o trabalho dos outros.
16. Gosto de estabelecer prazos para as actividades destinadas a alcançar o meu objectivo.
17. Procuro não prometer coisas, neste contexto, que não esteja seguro de cumprir.
18. Sinto-me satisfeito quando encontro soluções temporárias para os meus problemas.
19. Creio que é quase sempre melhor resolver as vicissitudes do que evitá-las.
20. Costumo sentir-me responsável sempre que erro ou acerto nesse contexto.
21. Nas decisões relacionadas com o meu objectivo primordial, não me interessa o que as pessoas próximas esperam de mim.
22. Para mim, é importante constatar que o meu propósito é realista.
23. Gosto que se torne patente, nas equipas em que trabalho, a produção individual: quem executou as tarefas e quem não as fez.
24. Agrada-me contar aos que me rodeiam qual é a minha meta.
25. Ter de tomar decisões sozinho não me causa inquietação.

RESULTADO
Some os pontos. O resultado será a percentagem máxima de aproveitamento das suas opções para triunfar nos objectivos que estabeleceu. O restante (até cem) indica o que pode fazer para melhorar e alcançar a meta. Por exemplo, uma pontuação de 60 significa que optimiza as suas vantagens em 60%, mas ainda dispõe de 40% por aproveitar enquanto aguarda que surja uma oportunidade favorável ao êxito.